Funcionário da Rondesp é preso após compartilhar imagens de PMs em grupos ligados a facções
Funcionário terceirizado atuava na sede da Rondesp Atlântico e compartilhava fotos de policiais militares, segundo a PM.

Policiais militares prenderam um prestador de serviço terceirizado na quinta-feira (4/6) após identificarem o compartilhamento de fotografias de agentes em grupos supostamente ligados a facções criminosas. O caso aconteceu na sede da Rondesp Atlântico, no bairro Costa Azul, em Salvador.
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Segundo a Polícia Militar, o homem trabalhava na unidade quando passou a registrar imagens dos policiais que atuavam no batalhão.
Policiais identificaram compartilhamento de imagens
De acordo com a corporação, os agentes perceberam a atitude suspeita e decidiram abordar o funcionário.
Durante a averiguação, os policiais encontraram fotografias dos agentes no aparelho celular do suspeito. Além disso, a equipe constatou que ele compartilhava o material em grupos associados a integrantes de organizações criminosas.
Diante da situação, os policiais deram voz de prisão ao homem e o conduziram para a Central de Flagrantes.
A Central de Flagrantes registrou a ocorrência e iniciou os procedimentos legais. Em seguida, a Polícia Civil encaminhou o caso para a 9ª Delegacia Territorial (DT/Boca do Rio).
Agora, os investigadores conduzem as apurações para esclarecer todos os detalhes da ocorrência.
Além de investigar as circunstâncias do caso, a Polícia Civil procura descobrir quem recebeu as fotografias compartilhadas pelo suspeito.
Os investigadores também analisam se integrantes de facções criminosas utilizaram ou pretendiam utilizar o material para monitorar a atuação policial.
Até o momento, as autoridades não divulgaram informações sobre a quantidade de imagens compartilhadas nem sobre possíveis destinatários.
Enquanto as investigações avançam, equipes da Polícia Civil continuam reunindo informações para identificar eventuais envolvidos e esclarecer a extensão do compartilhamento.
Por fim, os investigadores pretendem determinar se o suspeito agiu sozinho ou contou com o apoio de outras pessoas para distribuir o conteúdo.
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