Homem é preso suspeito de ajudar a matar colega de trabalho

Vítima de 61 anos foi encontrada em uma cova rasa

Um homem de 44 anos foi preso nesta quarta-feira (23), em Tucano, suspeito de envolvimento na morte do lenhador Almir de Jesus Macedo, de 61 anos, ocorrida em março de 2025, na zona rural de Quijingue. A prisão aconteceu durante a Operação Xeque-Mate, realizada pela Polícia Civil da Bahia.

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Durante a operação, os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão domiciliar. Uma arma de fogo também foi apreendida com o investigado, segundo informações divulgadas sobre a ação.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, Almir e o suspeito trabalhavam como lenhadores. A apuração aponta que a vítima teria sido atraída para uma emboscada após ser responsabilizada pelo desaparecimento de aproximadamente 1 quilo de drogas pertencente a um grupo criminoso. A suspeita policial é de que o homicídio tenha sido cometido por vingança relacionada ao desaparecimento do entorpecente.

O crime aconteceu em 25 de março de 2025. Conforme a investigação, Almir foi atacado com golpes de arma branca. O corpo dele foi posteriormente encontrado enterrado em uma cova rasa nas proximidades do povoado Cágados, na zona rural de Quijingue.

Outro investigado já havia sido preso em Minas Gerais

O homem detido em Tucano é o segundo suspeito localizado durante as investigações. Em julho deste ano, um homem de 49 anos foi preso em Bom Jesus da Penha, no interior de Minas Gerais, suspeito de participação no mesmo homicídio.

Na ocasião, a Polícia Civil informou que mensagens encontradas no celular de Almir contribuíram para o avanço das investigações. O primeiro suspeito foi localizado enquanto trabalhava em um cafezal e teve um mandado de prisão preventiva cumprido.

A Operação Xeque-Mate contou com equipes das Delegacias Territoriais de Tucano e Quijingue, vinculadas à 25ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Euclides da Cunha), além do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (Gatti/Conselheiro). A ação também teve apoio da Polícia Militar, da Guarda Civil Municipal de Tucano e das polícias civis de Minas Gerais e São Paulo.

O suspeito preso nesta quarta-feira permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam para esclarecer a participação de cada envolvido na morte de Almir de Jesus Macedo.

 

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