Segundo a apuração, um grupo de pessoas vinha ameaçando os familiares da advogada para cobrar uma suposta dívida atribuída a um parente de Cláudia.
De acordo com as investigações, os suspeitos chegaram a obrigar os familiares da advogada a transferir dois veículos como forma de pagamento da suposta dívida.
A situação levou a família a registrar um boletim de ocorrência por extorsão na Delegacia Territorial (DT) de Itabuna antes do assassinato.
Câmeras registraram monitoramento da residência
Ainda conforme informações da delegacia responsável pelo caso, imagens de câmeras de segurança mostram que os criminosos monitoraram a casa da advogada nos dias que antecederam o crime.
A investigação também revelou que Cláudia Félix de Oliveira chegou a acionar a Polícia Militar na madrugada de sábado, pouco antes de os suspeitos invadirem o imóvel.
Segundo a polícia, homens armados entraram na residência e efetuaram diversos disparos contra a advogada, que morreu no local. Após o homicídio, os criminosos fugiram.
Equipes das polícias Militar e Civil foram acionadas, e profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmaram o óbito.
O corpo de Cláudia Félix de Oliveira foi sepultado na manhã de domingo (26), no Cemitério Municipal Recanto da Saudade, localizado no distrito de Bandeira do Colônia, em Itapetinga.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) e a Subseção de Itapetinga lamentaram a morte da advogada, classificando o caso como um “bárbaro homicídio”.
Em nota, a entidade informou que acompanhará as investigações e solicitou celeridade na apuração do crime junto à Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
A Polícia Civil continua investigando o caso para identificar todos os envolvidos, esclarecer a motivação do crime e localizar os responsáveis pelo assassinato da advogada.
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