O cantor Ronny Peruano participou nesta quarta-feira (4/5), do oitavo episódio do podcast Café com Genefax. Durante o programa, o cantor contou detalhes sobre a sua carreira e se emocionou ao falar sobre a saudade em morar longe da mãe.
Natural do Rio Grande do Norte, Ronny, de 28 anos, iniciou sua carreira profissional em 2014 na banda Propagode – grupo este originário de um projeto social. Daí em diante, o cantor passou por diversas bandas locais. Em 2021, o artista desembarcou em Feira de Santana para fazer parte do grupo de forró “Pau Na Mulera” até decidir gerenciar sua carreira solo no projeto que leva o seu nome.
“Desembarquei aqui na Bahia no ano passado, e agora estamos aí no projeto Ronny Peruano, fazendo o que a gente fazer, que é a música, trazendo a música e essa alegria nos palcos por onde a gente passa”, afirmou.
Uma das propostas do show do cantor, que possui um timbre marcante do Nordeste, é expandir o “forró estilizado” inspirado pelo seu ídolo na música, Gabriel Diniz – tanto na sonoridade, quanto no estilo performático de interagir com o público. O projeto é assinado pelo empresário Marcio Cardoso.
Ronny e Álvaro Porto, um de seus empresários
“Comecei na música um pouco cedo, era pequeno. Com 14 anos eu era percursionista, trabalhava em algumas bandas locais, e aos 16 anos veio aquele interesse de verdade pela música de além de backing vocal passar a ser cantor principal. E hoje estou aí, nessa trajetória há mais de 10 anos”, conta.
Acompanhado por sua banda, Ronny Peruano aposta na sua irreverência nos palcos para atrair diversos públicos, passeando por diversas gerações do forró, além de prestar reverências ao cantores Xand Avião, Wesley Safadão, Natanzinho e Toca do Vale. Com a chegada do período junino, Ronny estreia um projeto exclusivo quer percorrerá a Bahia. Trata-se do show “O repertório mais aleatório do Brasil”, que dedica uma seleção de músicas que vai do forró das antigas ao forró estilizado.
Durante o podcast, que realizou uma homenagem ao Dia das Mães, o cantor se emocionou ao lembrar da mãe, de quem afirma ter grande saudade. Por conta da agenda de shows e consequente distância, ele não consegue vê-la há cerca de 9 meses. “Eu até me emocionei, porque faz nove meses que não vejo a minha mãe. A gente está aqui na Bahia e assim, está aqui hoje é um pouco complicado. Mãe é tudo, na verdade”, disse.
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