Um homem que afirma ter participado das agressões que levaram o congolês Moïse Kabamgabe à morte, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, foi levado para a Delegacia de Homicídios da capital no início da tarde desta terça-feira (01/02).
Inicialmente, o homem se apresentou na 34ª DP (Bangu), e depois foi conduzido para a Delegacia de Homicídios.
O congolês foi espancado até a morte depois de cobrar R$ 200,00 por duas diárias de trabalho não pagas no quiosque Tropicália, na orla da Barra, zona oeste do Rio de Janeiro, segundo a deputada estadual Dani Monteiro (Psol), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Agentes da Delegacia de Homicídios (DH) do Rio devem ouvir, nesta terça, o dono do estabelecimento. No fim da manhã, representantes legais do quiosque chegaram à DH, na Barra. Os advogados não quiseram falar com a imprensa.
As agressões duraram pelo menos 15 minutos e foram registradas pelas câmeras de segurança do local.
Moïse apanhou de mais de um agressor que, segundo testemunhas, usaram pedaços de madeira e um taco de beisebol. Ele foi encontrado em uma escada, amarrado e já sem vida.
Os parentes só souberam da morte na manhã da última terça-feira (25/1), quase 12 horas depois do crime.
Mande fotos e vídeos com os acontecimentos de seu bairro para o WhatsApp do Fala Genefax (75) 9 9190-1606