O profissional, assim como todos os peritos criminais, é ligado à Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). O técnico analisou as provas a pedido da reportagem e não pode ter seu nome divulgado.
A primeira teoria é a de que disparos tenham sido feitos da parte interna do automóvel, onde dois seguranças do parlamentar e líder da ASPRA estavam. “Quando existe impacto, o projétil carrega com ele uma energia e uma série de elementos para a direção em que ele está partindo. Isso quer dizer que, se saiu de dentro para fora, ele marca. As fraturas constatadas estavam para fora”.
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