DESESPERO DE UMA MÃE: Mulher acusa pai de impedir contato com os filhos em Conceição do Jacuípe
Ex-companheiro proíbe visitas e retém os filhos, utilizando falsas denúncias como arma para isolar e punir a mãe

O portal FALA GENEFAX recebeu, nesta sexta-feira (25), um vídeo com o apelo desesperado de Rebeca Virgens, de 33 anos. A mãe acusa o pai das crianças de negar o acesso aos próprios filhos, que vivem atualmente no distrito do Bessa, em Conceição do Jacuípe.
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Rebeca, nascida e criada em Amélia Rodrigues, atualmente reside em São Paulo. Ela relata que manteve um casamento de cinco anos com o ex-companheiro. Além disso, a mãe sempre cuidou integralmente do garoto de 13 anos e da menina de 6 anos. Tudo mudou quando ela autorizou as crianças a passarem as férias com o pai e a avó paterna na Bahia.
Desde então, o pai reteve as crianças e quebrou o acordo de retorno familiar. Consequentemente, Rebeca aceitou a moradia fixa dos filhos com a família paterna, mas exige o direito básico de convivência. No entanto, o ex-marido proíbe qualquer aproximação ou viagem das crianças durante as férias escolares, Natal e outras datas comemorativas.
“Eu só quero ter a oportunidade, pelo menos uma vez no ano, de passar um Natal, um Ano Novo, um Dia das Crianças com meus filhos”, desabafa a mãe.
Por que Rebeca não viaja para buscar seus direitos pessoalmente? A resposta envolve um enredo ainda mais obscuro e perigoso. A mãe relata que sofreu falsas acusações de roubo e envolvimento com drogas, crimes que ela nega veementemente. Contudo, essa calúnia gerou graves ameaças de morte, o que a impede de pisar na sua cidade natal e região.
O ex-marido usa essa vulnerabilidade como uma arma cruel. Ele manipula a situação para manter Rebeca afastada e isolada dos filhos. “Eles usam isso contra mim. Todo mundo me conhece desde os 15 anos, eu sempre trabalhei”, afirma Rebeca, ressaltando que o pai não possui a guarda legal das crianças.
Por outro lado, Rebeca expõe que o pai tentou aplicar golpes psicológicos para forçar a transferência da guarda. A família paterna inventou histórias de que as autoridades cobravam documentos na rua, na tentativa clara de lesar a mente da mãe e forçar assinaturas indevidas de documentos.
Rebeca ainda contou que arcou com todas as despesas quando as crianças viajaram para a Bahia há cerca de três anos. Ela afirma que pagou passagens, taxas de cartório, viagens de Curitiba para São Paulo e motoristas de aplicativo. Agora, quando ela oferece pagar a ida e a volta dos filhos para São Paulo para um simples encontro, o pai simplesmente ignora e proíbe a viagem.
Diante de tanta injustiça e descaso, Rebeca recorreu à nossa equipe e ao Conselho Tutelar. Afinal, a população sabe do nosso compromisso com as denúncias sérias, porque se é para falar a verdade.
Por fim, a equipe de reportagem do FALA GENEFAX tentou contato com a avó paterna das crianças para ouvir a outra versão dos fatos. Entretanto, a família não atendeu nossas ligações até o fechamento desta matéria. O espaço segue totalmente aberto para os devidos esclarecimentos.
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