PEJOTA NA MIRA! Prisão dos donos da Pejota ocorre em investigação sobre contratos na Bahia; entenda

Polícia Civil prendeu três empresários ligados à construtora durante apuração sobre suspeitas de irregularidades contratuais em Feira de Santana.

A prisão dos donos da Pejota ocorreu durante uma ação da Polícia Civil da Bahia realizada na segunda-feira (31), em Salvador. Pedro de Araújo, Pedro de Araújo Júnior e Rodrigo Lima de Araújo estão entre os empresários detidos. Os três têm ligação societária com empresas do grupo Pejota.

Segundo informação atribuída à Polícia Civil, o Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco) investiga irregularidades contratuais em Feira de Santana. A operação resultou no cumprimento de mandados de prisão contra os três investigados.

Informações preliminares também relacionam o caso a suspeitas de obstrução da Justiça e possível superfaturamento em obra pública. Porém, nas fontes oficiais localizadas até agora, a Polícia Civil não detalhou qual contrato teria motivado as prisões. Portanto, não é possível afirmar que uma obra específica do atual Governo da Bahia seja o alvo da investigação.

Pejota já aparece em apuração oficial sobre obra em Feira

Além disso, registros oficiais mostram que a Pejota Construções responde a um processo administrativo instaurado pela Secretaria da Segurança Pública. A apuração trata de supostas inconsistências na reforma do Complexo Investigador Bandeira, no bairro Brasília, em Feira de Santana. O contrato relacionado à obra foi firmado em 2021.

O documento oficial cita possíveis irregularidades na execução contratual, inclusive hipótese de ato fraudulento. Entretanto, o registro disponível não confirma que esse processo administrativo tenha relação direta com a prisão dos donos da Pejota.

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A construtora também mantém contratos recentes com o Estado. Em abril de 2026, por exemplo, a Secretaria de Infraestrutura firmou contrato de R$ 29,56 milhões com a empresa para pavimentação de trecho da BA-505. Não há indicação, no documento consultado, de irregularidade nesse contrato.

Até a publicação, as fontes consultadas não apresentavam manifestação pública da defesa dos três empresários sobre as prisões.

 

 

 

 

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