Morre Netto Araújo, ex-Cavaleiros do Forró, aos 42 anos
Cantor, que estava à frente da Collo de Menina, marcou gerações com sua voz no forró romântico

O universo do forró está de luto. Morreu nesta quinta-feira (2), aos 42 anos, o cantor Netto Araújo, também conhecido como Neto Araújo, nome lembrado nacionalmente por sua passagem pela banda Cavaleiros do Forró.
Nos últimos anos, o artista seguia carreira como vocalista da Collo de Menina, grupo com o qual realizava apresentações em diversas cidades do Nordeste e de outras regiões do país.
Segundo informações divulgadas por pessoas próximas ao cantor, Netto passou mal em casa e não resistiu. Algumas publicações apontam que a causa teria sido um infarto fulminante, mas a confirmação oficial deve ser feita pela família ou equipe do artista.
Dono de uma voz marcante e identificado com o forró romântico, Netto Araújo construiu uma trajetória consolidada no gênero ao longo de mais de duas décadas.
A passagem pela Cavaleiros do Forró ampliou sua projeção nacional. Já na Collo de Menina, o cantor manteve sua ligação com o público apaixonado pelo forró, reforçando seu espaço entre os nomes conhecidos da música nordestina.
A morte do artista provocou comoção entre fãs, amigos e colegas do meio musical. Nas redes sociais, admiradores lamentaram a perda e destacaram a importância de Netto Araújo para a história recente do forró.
Até a publicação desta reportagem, informações sobre velório e sepultamento ainda não haviam sido divulgadas pela família.
Risco de infarto às segundas-feiras
Um estudo conduzido por pesquisadores do Belfast Health and Social Care Trust e do Royal College of Surgeons in Ireland apontou que casos graves de infarto, conhecidos como STEMI, apresentaram maior incidência no início da semana, especialmente às segundas-feiras.
Segundo a pesquisa, o risco desse tipo de infarto foi cerca de 13% maior às segundas. Entre as hipóteses levantadas estão alterações no ritmo circadiano, o ciclo natural de sono e vigília, e o aumento do estresse associado ao retorno das atividades profissionais após o fim de semana.
Especialistas destacam, no entanto, que o mecanismo exato dessa variação ainda não é totalmente conhecido e que fatores como histórico familiar, pressão alta, tabagismo, diabetes, colesterol elevado, sedentarismo e estresse também podem influenciar o risco cardiovascular.
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