Para refletir: sua presença aproxima ou afasta as pessoas de Deus?

“E ela disse a seu marido: Tenho observado que este que
passa sempre por nós é um santo homem de Deus” (2 Reis 4:9).
Dois amigos, um deles pregador cristão, conversavam em um
encontro casual. “Tenho ouvido que você é um grande caçador,
além de pregador. Dizem que não perde uma caça em suas
aventuras. Porém, se eu fosse um animal caçado por você, eu
me esconderia onde nunca pudesse me apanhar”. “E onde você
se esconderia?” perguntou o cristão. ” No local onde você lê
a Bíblia e faz as orações”, respondeu o amigo.
É constrangedor descobrirmos que as pessoas se espantam
quando ficam sabendo que somos cristãos, servos do Senhor
Jesus. Apesar de sermos chamados de “luz do mundo”, na
realidade, não iluminamos em mesmo o local onde estamos e,
muito menos, o mundo.
Em muitas áreas somos elogiados; na capacidade de tomar
decisões, no modo especial de nos vestir, na maneira gentil
de falar, mas não nos veem como filhos de Deus,
representantes do Altíssimo na terra.
Será que nos inquietamos com essa situação? Será que nos
envergonhamos pela hipocrisia de ir à igreja no domingo como
se fôssemos os mais santos dos viventes? Será que, pelo
menos, pensamos em mudar nossas atitudes e buscar uma
comunhão maior com Deus?
Quando um amigo se encontra com você, aproxima-se de Deus ou
se afasta ainda mais?
Por Paulo Barbosa I um cego no portal Fala Genefax