Condenado por estupro de vulnerável na Bahia é preso em São Paulo
Foragido da Justiça foi localizado em Barueri após trabalho de inteligência da Polícia Civil da Bahia e uso de tecnologia de reconhecimento facial.

Um homem condenado pelo crime de estupro de vulnerável praticado no município de Euclides da Cunha, no nordeste da Bahia, foi preso no último sábado (30/5) durante uma operação integrada entre a Polícia Civil da Bahia e a Polícia Militar do Estado de São Paulo.
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O foragido da Justiça foi localizado na cidade de Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo, onde vivia após deixar a Bahia. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela Vara Criminal da Comarca de Euclides da Cunha em decorrência de uma condenação de 10 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão.
Segundo a Polícia Civil, a localização do condenado foi possível graças ao trabalho de inteligência realizado pelo Núcleo de Inteligência da 25ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) e pela Delegacia Territorial de Euclides da Cunha. O cruzamento de informações e imagens em sistemas de reconhecimento facial foi fundamental para identificar o paradeiro do foragido.
Após a confirmação da localização, as informações foram compartilhadas com as forças de segurança de São Paulo. Equipes do 20º Batalhão da Polícia Militar, por meio da 5ª Companhia e do 3º Pelotão de Barueri, realizaram diligências e encontraram o homem em um estabelecimento comercial da cidade.
O mandado de prisão foi cumprido sem resistência. Em seguida, o condenado foi encaminhado para os procedimentos legais e submetido aos exames de praxe.
De acordo com as autoridades, ele permanece à disposição da Justiça e deverá ser recambiado para a Bahia, onde cumprirá a pena determinada pelo Poder Judiciário.
A Polícia Civil destacou que a prisão reforça a importância da integração entre as forças de segurança dos estados e do uso de tecnologias de inteligência policial para localizar foragidos da Justiça, garantindo o cumprimento de decisões judiciais e fortalecendo o combate à criminalidade.
O caso também evidencia a eficácia dos sistemas de reconhecimento facial e do compartilhamento de informações entre instituições de segurança pública, ferramentas que têm contribuído para a captura de criminosos em diferentes regiões do país.
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