Bolsonaro tem melhora clínica, mas continua internado na UTI
Ex-presidente foi internado na última sexta (13) após desenvolver pneumonia bacteriana decorrente de um episódio de broncoaspiração.

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou melhora no quadro de saúde, mas segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, sem previsão de alta. As informações constam em boletim médico divulgado nesta terça-feira (17/3).
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De acordo com o hospital, Bolsonaro foi transferido na segunda-feira (16) para uma nova acomodação dentro da UTI, considerada mais adequada para o tratamento do quadro clínico atual.
Segundo o boletim, o ex-presidente apresentou melhora clínica e laboratorial nas últimas 24 horas, com nova queda nos marcadores de inflamação. Ele segue realizando sessões de fisioterapia respiratória e motora, sob acompanhamento da equipe médica.
Bolsonaro foi internado na última sexta-feira (13) após desenvolver pneumonia bacteriana decorrente de um episódio de broncoaspiração. Na ocasião, ele passou mal enquanto estava preso e precisou ser levado ao hospital.
O ex-presidente cumpre pena após condenação relacionada à tentativa de golpe de Estado e está detido na unidade conhecida como Papudinha, em Brasília.
Histórico de saúde
Essa não é a primeira vez que Bolsonaro apresenta problemas de saúde desde que foi preso. Em setembro do ano passado, quando ainda estava em prisão domiciliar, ele precisou de atendimento médico após apresentar vômitos, tontura e queda de pressão.
Já em janeiro deste ano, enquanto estava detido na Superintendência da Polícia Federal, voltou a ser internado após passar mal e bater a cabeça dentro da cela.
Posteriormente, ele foi transferido para a Papudinha, unidade que possui estrutura com apoio médico, fisioterapia 24 horas e adaptações como barras de apoio na cama e cozinha.
A defesa do ex-presidente já apresentou pedidos para que ele cumpra prisão domiciliar sob a justificativa de fragilidade em sua saúde. No entanto, os pedidos foram negados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Uma junta médica da Polícia Federal avaliou que, apesar da necessidade de acompanhamento médico, Bolsonaro tem condições de permanecer na unidade prisional.
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