Justiça condena padre e servidor por esquema que desviou mais de R$ 500 mil
Sentença prevê penas em regime semiaberto e indenização superior a R$ 525 mil após investigação da Operação Indignus

A Justiça da Paraíba condenou o padre Egídio de Carvalho Neto a 5 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, além de multa, por desvio de recursos públicos e furto de centenas de itens eletrônicos destinados a um hospital filantrópico em João Pessoa. Também foi condenado o chefe do setor de tecnologia da informação, Samuel Rodrigues Cunha, que recebeu pena de 4 anos, 6 meses e 16 dias de reclusão. Ambos deverão iniciar o cumprimento em regime semiaberto.
A decisão, assinada pela juíza Ana Christina Soares Penazzi Coelho, da 3ª Vara Criminal da Capital, é resultado das investigações da Operação Indignus, iniciada em 2023. Segundo o Ministério Público da Paraíba (MPPB), cerca de 676 eletrônicos doados pela Receita Federal desapareceram após serem levados para o Hospital Padre Zé, causando prejuízo superior a R$ 525 mil.
As apurações apontam que parte das caixas recebidas pela instituição foi aberta semanas depois da entrega e encontrada vazia. A investigação também identificou anúncios dos celulares em redes sociais por preços abaixo do mercado. O padre segue em prisão domiciliar por questões de saúde.
Além das penas, a Justiça determinou que os condenados ressarçam o valor do prejuízo ao Instituto São José e à Arquidiocese da Paraíba. A defesa de Samuel informou que irá recorrer da decisão, alegando que ele teria agido sob ordens do sacerdote e sem conhecimento de irregularidades. O caso faz parte de um conjunto maior de denúncias que ainda tramitam na Justiça.
FALA GENEFAX quer ouvir você!
Viu algo importante acontecendo no seu bairro?
Mande fotos e vídeos para o nosso WhatsApp (75) 99190-1606
Sua colaboração pode virar destaque!
Bando de canalhas fdp isso é Brasil porra cada dia que passa fica melhor. Pra não fala au contrário.quando eles não estupra US flanelinhas eles tira um tempinho pra roubar o município kkkkkk.