Mulher conhecida como “Chefona” é presa por suspeita de homicídio
Segundo a Polícia Civil, Daiane Aragão Nobre é apontada como chefe do tráfico de drogas.

Uma mulher apontada pela Polícia Civil como chefe do tráfico de drogas nos distritos de Oiticica e Puxim, em Canavieiras, no sul da Bahia, foi presa nesta segunda-feira (23/2), durante uma operação que investiga um homicídio ocorrido na região.
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Identificada como Daiane Aragão Nobre, ela é suspeita de participação em um assassinato registrado em 2025, no município, e também é citada em outras investigações relacionadas a crimes violentos. Até a última atualização desta reportagem, a defesa da investigada não havia sido localizada.
A ação foi realizada pela Delegacia Territorial (DT) de Canavieiras, com apoio da 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), do CATTI/Costa do Cacau e do Serviço de Investigação (SI). Foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Canavieiras.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais encontraram com a suspeita uma pistola calibre 9mm com numeração raspada. Diante da situação, foi lavrado auto de prisão em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Segundo a Polícia Civil, Daiane é apontada como responsável pelo controle do tráfico de drogas nas localidades de Oiticica e Puxim, sendo conhecida pelo apelido de “Chefona”. De acordo com as investigações, ela também é investigada por outros homicídios na região e é descrita como uma liderança que impunha controle com violência nas comunidades.
Além de Daiane, outras duas pessoas foram alvo da operação. Os três são investigados pelo crime de homicídio qualificado.
O inquérito apura a morte de uma pessoa no distrito de Puxim. Durante a operação, os policiais apreenderam celulares, equipamentos de videomonitoramento e cadernos com anotações, que serão analisados no curso da investigação.
Os suspeitos permanecem à disposição da Justiça, e o inquérito segue em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do crime e a possível participação de outros envolvidos.
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