A decisão obedece uma recomendação do Ministério Público da Bahia (MP-BA), que apontou uma suspeita de sobrepreço na contratação dos artistas porque, no ano passado, a mesma banda teve faturamento entre R$ 70 mil e R$ 110 mil por show.
Já neste ano, o cachê pago pela Prefeitura de São Félix do Coribe seria de R$ 170 mil.
Conforme o TCM-BA, o voto, do conselheiro substituto Antônio Carlos da Silva, foi uma medida cautelar concedida por decisão monocrática (ou seja, do conselheiro substituto relator) que depois foi aprovada pelos componentes da 1º Câmara, que suspendeu a contratação da banda.
A reportagem tentou contato com a Prefeitura de São Félix do Coribe, mas não conseguiu. A equipe de comunicação do grupo Mastruz com Leite informou que vai apurar a situação.