Corpo de motorista por aplicativo é encontrado boiando em açude; jovem de 25 anos foi preso pelo crime

O motorista por aplicativo Anderson Carlos Rossetto, de 45 anos, foi encontrado morto boiando em um açude, na zona rural de Taguaí, em São Paulo, com marcas de facadas, e seminu, na terça-feira (29/3). Próximo ao local onde estava, a polícia identificou pegadas e rastros de pneus. Um jovem de 25 anos foi preso.
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O carro do motorista foi achado estacionado em um barracão, e equipes policiais começaram a ouvir moradores da região.
Segundo a polícia, uma vizinha da vítima, de 20 anos, confessou que havia ajudado a esconder o corpo do motorista, e apontou o companheiro, de 25 anos, como autor do crime.
“Na noite anterior, o casal consumiu drogas e, logo depois da meia-noite, o marido saiu com um veículo que veio buscá-lo. Por volta das 4h, ele retornou com o carro, entrou na casa, agrediu a mulher com um puxão de cabelo e obrigou-a a entrar no automóvel e a irem juntos até o açude existente no sítio”, informou a Polícia Civil.
Em depoimento, a jovem contou que obedeceu ao namorado porque foi ameaçada de morte. Ela disse aos policiais que o companheiro arremessou o corpo no açude e pediu para que ela também jogasse as peças de roupa da vítima na água.
De acordo com a Polícia Civil, após se desfazer do corpo, a dupla estacionou o carro do motorista em um barracão.
“A perícia encontrou marcas de pneus compatíveis com os pneus do automóvel, além de pegadas de calçados semelhantes com o solado dos pares de tênis (um feminino e outro masculino) encontrados na residência do casal”, afirmou.

Polícia encontrou pegadas perto do local onde o corpo foi encontrado em Taguaí (SP) — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Com as evidências, o suspeito foi preso em flagrante e levado para a cadeia de Piraju. Um boletim por ameaça, homicídio e violência doméstica foi registrado no Plantão Policial de Taguaí.
Conforme a polícia, o jovem negou o crime, porém “as versões apresentadas por testemunhas e as evidências obtidas no local dos fatos foram suficientes para incriminá-lo”.
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g1

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