Segundo a família, o comerciante deu entrada na clínica por volta das 7h da manhã de sábado (26/3), e a unidade informou que a cirurgia duraria em torno de quatro horas. No entanto, quando procurou a clínica, no início da tarde, recebeu a informação de que o paciente estava bem e que passaria por uma nova etapa do procedimento.
Já à noite, com a demora, a esposa de Cláudio, Liliane Adorno, retornou ao local, quando se deparou com o marido, deitado no chão, recebendo massagem cardíaca. Ela alega que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) só foi acionado após a sua chegada à unidade.
Os familiares informaram que irão prestar queixa na 1ª Delegacia Territorial (DT). O velório do comerciante acontece na Igreja Presbiteriana, na avenida João Durval Carneiro, no bairro do Caseb.
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