‘Não conseguia mexer de dor’, diz irmã de vítima da ‘doença da urina preta’

ATENÇÃO: Em breve o Berimbau Notícias vai passar a se chamar Fala Genefax
A irmã da médica veterinária Priscyla Andrade, de 31 anos, que morreu depois de comer um peixe contaminado com toxina biológica que causa a síndrome de Haff, mais conhecida como “doença da urina preta”, contou que ela não conseguia se mexer e sentia muitas dores no corpo pouco tempo depois de ter almoçado, na ocasião em que ficou doente.
VOCÊ VIU? PARABÉNS PARA ELA! CL Constrular completa 26 anos em Conceição do Jacuípe
A empresária Flávia Andrade, de 36 anos, que também ingeriu o peixe da espécie arabaiana e chegou a ser internada, relatou em um vídeo no Instagram que a irmã sentia muita dor a ponto de não aguentar que tocassem no corpo dela durante o socorro para o hospital. O peixe foi comprado no bairro do Pina, na zona sul de Recife.
Priscyla morreu ontem, depois de 12 dias internada em um leito de UTI no Real Hospital Português. Segundo a família, ela ficou com os rins, fígado e pulmão comprometidos, além de apresentar problemas na musculatura. O corpo da médica veterinária ainda não foi liberado para velório e enterro, pois, segundo a família, o hospital está realizando “exames de protocolo”. A família aguarda a liberação do corpo para definir o local e horário.
“Quando a gente foi socorrer Pryscila, ela estava com fortes dores, não conseguia se mexer de tanta dor. Ela ficou paralisada porque não conseguia nem que tocasse nela. Eu também comecei a apresentar os sintomas, fiquei da nuca para o quadril paralisada porque não conseguia nem que tocasse nela. Eu também comecei a apresentar os sintomas, fiquei da nuca para o quadril paralisada com muita dor, eu não conseguia mais andar. Eu pensei que fosse um estresse devido à situação, por estar vendo minha irmã naquela situação”, contou Flávia.
Flávia foi internada no dia 20 de fevereiro, quando foi visitar Priscyla na UTI e conversou com um médico. Ela se submeteu a exames e descobriu que estava com taxas no sangue alteradas. Flávia ficou quatro dias internada em um leito clínico. Ela afirmou que o diagnóstico de síndrome de Haff veio por acaso, pois o médico teria citado um caso parecido em outro paciente.
“Eu disse: doutor, a gente comeu esse peixe e todo mundo está passando mal. Meu apelo é que tenha mais estudos dessa doença, pois o diagnóstico dela foi por acaso porque fui conversar com o médico e ele citou o caso de um paciente dele, que tenha mais investigação sobre esse peixe porque não tem como saber se ele está contaminado, que tenha mais estudos sobre a síndrome de Haff”, destacou a empresária.

 

Mande fotos e vídeos com os acontecimentos de seu bairro para o WhatsApp do Fala Genefax (75) 9 9190-1606

UOL

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


Botão Voltar ao topo
Web Statistics