E AGORA? Secretário do Tesouro Nacional rejeita a permanência do auxílio emergencial de R$ 600

Nesta terça-feira (5/5), o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, rejeitou a ideia de tornar permanente o auxílio emergencial de R$ 600 pago a trabalhadores informais por causa da pandemia do Covid-19 enfrentada por todo o país.

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Por meio de uma videoconferência com a consultoria política Arko Advice, o secretário afirmou que assim como nenhum outro país, o Brasil não sustentaria a transformação desse auxilio em despesa permanente.

Segundo o secretário, apesar das restrições fiscais, o Brasil tem um patamar elevado de gastos sociais, em comparação com outros países. E ainda o custo estimado do programa, com duração de três meses, está próximo a R$ 130 bilhões.

O auxílio deve ser pago a 70 milhões de pessoas e se isso for somado aos benefícios previdenciários e assistenciais já desembolsados pelo governo, o público atingido é próximo de metade da população.

De acordo com Mansueto, o problema de o país ter quase 40% da população na informalidade não vai ser resolvido dessa forma, e sim com medidas que estimulem a geração de emprego formal.

Apesar de defender a manutenção do prazo de três meses para o programa, o mesmo não descartou a hipótese de haver a ampliação, caso a crise se prolongue.

“Se chegar daqui a três meses e o programa for descontinuado porque a economia voltou a funcionar, melhor. Se não for o caso, senta-se a mesa e se discute a renovação do programa e em qual magnitude”, declarou o secretário.




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Do TNH1

3 Comentários

  1. Tem que prolongar sim pelo de pessoa idosas, pois no meu casoque tenho 64 anos vou viver de que, não sou aposentado sou doente, tenho diabete pressão alta e problema de coração, pois senhor mansueto Almeida pense bem pelo em nós idosos.

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