A festa comandada pelo DJ Alok trouxe consequências judiciais para o brother Pyong, que protagonizou cenas de tentativas insistentes para beijar Marcela e passou a mão no bumbum de Flay.
No Rio de Janeiro, a Polícia Civil (PC) instaurou um novo inquérito para investigar as atitudes do hipnotizador, através da delegada Catarina Noble, titular da Delegacia de Atendimento À Mulher (Deam-Jacarepaguá). “Quando um homem passa as mãos ou as partes íntimas dele em uma outra mulher, sem que ela tenha consentido, ele pode ser enquadrado na lei de assédio sexual. Com pena prevista de 1 a 5 anos de prisão.Além disso, ela reiterou que repudia comportamentos de passar a mão em mulheres sem consentimento.”
A delegada informou que Pyong é apenas um suspeito, mas que o caso será apurado. “Nós tomamos conhecimento por meio das redes sociais e da TV de que o Pyong teria tido atitudes durante a última festa que aconteceu dentro do reality que podem ser consideradas como assédio sexual”, disse a delegada.
Ainda segundo Catarina, todos os participantes envolvidos no caso do “BBB20” serão ouvidos assim que forem eliminados do jogo.
Mande fotos e vídeos com os acontecimentos de seu bairro para o WhatsApp do Berimbau Notícias 75 9 9190-1606