ARTE: Domingos Barros de Azevedo mostra a história de Conceição do Jacuípe por meio do grafite
O Colégio Estadual Domingos Barros de Azevedo desde 2017 vem intensificando o conhecimento sobre a cultura da cidade, com o projeto denominado “Berimbau meu pedacinho de Brasil.”
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Devido ao projeto “Berimbau meu pedacinho de Brasil” dois livros já foram lançados, como o “Tem nome esquisito minha rua”, em 2017, e o “Como esse berimbau começou a tocar”, de 2018. Essas obras foram publicadas com um grande esforço da comunidade acadêmica e o apoio da população conjacuipense.

A vice-diretora da instituição, Núbia Letícia Santos de Souza, há 12 anos no cargo, contou ao portal Berimbau Notícias que durante esse período professores e alunos estudaram profundamente sobre o comércio, arte, cultura, política e economia do município.
Núbia comemorou o sucesso dos livros, sendo assim, o novo objetivo do Domingos Barros de Azevedo é pegar partes marcantes da pesquisa, transformar em imagens e grafitar no muro da escola para expor à comunidade. O ex-aluno Ítalo Galtier está criando os esboços do desenho e instruindo os alunos para pintura.

Núbia acredita que o legado vai ser deixado por todos que colaboraram para elucidar aos cidadãos detalhes da história de Conceição do Jacuípe.

Ítalo Galtier, que trabalha com diversos tipos artes, salientou ser uma oportunidade gratificante fazer uma enorme exposição por todo o muro do colégio. Contou ainda que é muito difícil ter algo relacionado à arte no município.
Ele fez um apelo à prefeitura para incentivar um grafite geral na cidade, revelando um desejo pessoal: “Quero trazer mais cor para berimbau.”

Já Gabriele de Assis Santana, 15 anos, estudante 9º ano, disse que o projeto de arte é algo diferente para a cidade.
Segundo Gabriele está sendo um privilégio e uma oportunidade de aprimorar o conhecimento artístico, com a possibilidade de apreender a grafitar.

O também estudante do 9º ano, Gabriel Lima Santos, 16 anos, confessou ser muito enriquecedor participar de um projeto que visa contar a história da cidade por meio de arte tão linda. Convidou a todos para comparecerem ao colégio para conhecer o trabalho desenvolvido. Por fim, Gabriel tratou de diferenciar grafite de pichação, alegando que grafite é uma arte, enquanto pichação é uma atitude deplorável.
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Onde encontro esses livros?
Scank ainda vive !
parabéns a todos os envolvidos pela iniciativa, vale a pena ver de perto.