Tânia Yoshida quebra o silêncio e esclarece demissão de servidora em Conceição do Jacuípe
Prefeita nega perseguição política e afirma, por meio de nota oficial, que exoneração foi pontual, motivada por episódio de desrespeito à sua autoridade.

A prefeita de Conceição do Jacuípe, Tânia Yoshida (PSD), esclareceu, por meio de nota oficial da administração municipal, as acusações de que estaria demitindo servidores por divergências políticas nas eleições presidenciais de 2026. A gestora negou qualquer perseguição partidária e afirmou que a exoneração de uma funcionária foi um caso isolado, sem relação com sua preferência eleitoral.
Segundo a prefeitura, a exoneração ocorreu após um episódio de desacato à prefeita Tânia Yoshida durante a sessão solene realizada em 20 de outubro, em comemoração aos 65 anos de emancipação política de Conceição do Jacuípe. A gestão afirma que a demissão foi pontual e motivada pela conduta da ex-servidora, sem qualquer relação com sua preferência eleitoral.
Prefeita rebate acusação de perseguição política
A polêmica começou após uma ex-servidora, que preferiu não se identificar, afirmar que teria perdido o cargo por declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto Tânia supostamente incentivava funcionários a votar em Flávio Bolsonaro (PL).
A prefeita, por meio da gestão municipal, contestou a versão e esclareceu que a exoneração decorreu de uma ocorrência de desrespeito, e não de divergência eleitoral.
Além disso, a administração destacou que Tânia Yoshida é eleitora de Lula e do ex-governador Rui Costa, argumento apresentado para rebater as acusações de perseguição a apoiadores petistas.
Tânia Yoshida reafirma respeito à liberdade política
No esclarecimento, a administração também afirmou que declarações feitas por radialistas da região não representam o posicionamento da prefeita e que ninguém recebeu autorização para falar em seu nome.
“A prefeita Tânia Yoshida não persegue pessoas por suas convicções políticas. Respeita a liberdade de escolha de cada cidadão e exige, no exercício da administração pública, o mesmo respeito que sempre dispensou aos seus colaboradores”, destacou a nota oficial.
A prefeitura sustenta que a exoneração teve motivação administrativa, enquanto a ex-servidora alega perseguição política. Até o momento, não foram apresentados elementos suficientes para confirmar de forma independente a causa do desligamento.
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