Richarlison: Justiça toma decisão sobre ilha em Angra dos Reis

Jogador afirma ter investido R$ 10 milhões em imóvel de Angra dos Reis

O atacante Richarlison, do Tottenham, conseguiu uma decisão favorável na Justiça em meio à disputa por uma propriedade na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. O juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília, rejeitou um pedido do advogado Willer Tomaz e da empresa WT Administração de Imóveis e Bens S/A para obrigar o jogador a apagar publicações sobre o caso e impedir novas manifestações.

Richarlison afirma ter investido aproximadamente R$ 10 milhões no imóvel e acusa terceiros de terem retirado sua posse de maneira irregular. A decisão foi divulgada na quinta-feira (29), mas não determina quem é o proprietário legítimo da área.

Na ação, Willer Tomaz e sua empresa alegaram que as declarações de Richarlison prejudicaram suas imagens. Além da retirada das publicações, os autores solicitaram uma indenização de R$ 200 mil por danos morais e um esclarecimento público.

Entretanto, o magistrado considerou que não havia comprovação de publicações ainda disponíveis que justificassem uma ordem imediata de remoção. O juiz também avaliou que impedir o atleta de comentar o assunto antecipadamente poderia configurar censura prévia, proibida pela Constituição Federal.

O pedido de indenização e as demais questões ainda dependem de análise judicial.

Entenda a disputa que envolve Richarlison, Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro

A disputa ganhou repercussão após Richarlison publicar vídeos nas redes sociais e mencionar o senador Flávio Bolsonaro (PL), que mantém relação de amizade com Willer Tomaz.

O jogador sustenta que adquiriu o imóvel legalmente e apresentou documentos para defender sua versão. Por outro lado, Willer Tomaz afirma que comprou a propriedade de forma legítima e contesta a validade da aquisição anterior feita pelo atleta. Flávio Bolsonaro nega envolvimento na disputa pelo imóvel.

Apesar da vitória judicial, Richarlison ainda não recuperou a propriedade por força dessa decisão. O processo sobre as publicações continua em andamento, enquanto a controvérsia sobre o imóvel permanece sem solução definitiva.

A decisão que rejeitou o pedido de urgência foi tomada em agosto de 2026 e voltou a repercutir em 29 de outubro. Posteriormente, o juiz aceitou a inclusão de novas alegações dos autores e determinou providências para a citação formal de Richarlison, que poderá apresentar sua defesa na ação.

 

 

FALA GENEFAX quer ouvir você!

Viu algo importante acontecendo no seu bairro? 
Mande fotos e vídeos para o nosso WhatsApp (75) 99190-1606

Sua colaboração pode virar destaque!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


Botão Voltar ao topo
Web Statistics