Homem é preso suspeito de golpe do falso consórcio; 17 ocorrências são investigadas
Mulher afirma ter perdido R$ 20 mil ao buscar crédito para comprar a casa própria.

A prisão foi realizada por equipes da 16ª Delegacia Territorial (DT/Pituba), após uma mulher procurar a unidade policial e denunciar ter sido vítima de uma fraude relacionada à promessa de crédito para a compra da casa própria.
De acordo com o relato da vítima, ela entregou R$ 20 mil em um escritório localizado na região, com a expectativa de receber uma carta de crédito em um prazo de 30 a 60 dias.
Em depoimento à polícia, a mulher contou que juntou o dinheiro durante anos para realizar o sonho de adquirir um imóvel próprio.
Segundo a denúncia, a proposta apresentada previa a liberação de uma carta de crédito em um período de 30 a 60 dias. No entanto, após efetuar o pagamento de R$ 20 mil, ela não recebeu o crédito prometido.
A vítima afirmou que descobriu posteriormente ter contratado um consórcio e serviços de consultoria financeira, em vez de obter a liberação do crédito conforme havia entendido durante a negociação.
Durante os levantamentos sobre o caso, os policiais identificaram 17 registros de ocorrência envolvendo o homem por suspeita de práticas semelhantes.
O investigado foi localizado no escritório situado no bairro do Caminho das Árvores e conduzido à 16ª Delegacia Territorial, responsável pela ação.
Ele permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário.
O chamado golpe do falso consórcio pode envolver ofertas de crédito com promessa de contemplação rápida ou garantida, levando consumidores a realizar pagamentos na expectativa de conseguir dinheiro para comprar imóveis ou veículos.
No caso investigado em Salvador, a vítima relatou que esperava receber uma carta de crédito em até 60 dias, mas descobriu que havia contratado outros serviços.
Antes de fechar um negócio, é importante verificar as condições do contrato, confirmar a identidade e a regularidade da empresa e desconfiar de promessas de contemplação garantida em consórcios. A contemplação depende das regras do grupo e não deve ser confundida com a simples contratação do serviço.
A investigação sobre o caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.
FALA GENEFAX quer ouvir você!
Viu algo importante acontecendo no seu bairro?
Mande fotos e vídeos para o nosso WhatsApp (75) 99190-1606
Sua colaboração pode virar destaque!