Passado Obscuro: Borracheiro morto em Amélia Rodrigues havia sido preso com arma e combustível irregular
Segundo informações repassadas à reportagem, ele havia sido condenado em 22 de setembro de 2026.

Magno Marques dos Santos, de 37 anos, morto a tiros na noite desta quarta-feira (30), em Amélia Rodrigues, já havia sido preso anteriormente por uma ocorrência envolvendo armazenamento e comércio irregular de combustível e arma de fogo.
O homicídio aconteceu por volta das 19h20, dentro da borracharia da vítima, no bairro do Areal, às margens da BR-324. Segundo a Polícia Civil, Magno teria discutido com um homem antes de ser atingido por vários disparos.
Além de trabalhar como borracheiro, Magno também atuava no cuidado e criação de bodes.

Em setembro de 2023, quando tinha 34 anos, ele foi preso durante uma ação da Rondesp CPR-Leste em Amélia Rodrigues. Na ocasião, a ocorrência apontou armazenamento e comércio ilegal de combustível. Os policiais apreenderam um revólver calibre .38, dez munições intactas, um carregador rápido e R$ 27.044 em espécie.
Condenação ocorreu dias antes do homicídio
Segundo informações encaminhadas à reportagem, Magno foi condenado em 22 de setembro de 2026 pelo caso relacionado ao comércio irregular de combustível e à posse de arma.
A reportagem pesquisou o tempo de condenação, porém não conseguiu confirmar, em fonte pública acessível, a quantidade exata de anos aplicada na sentença. Por isso, o período da pena não será informado sem acesso à decisão judicial.
Para efeito de contexto, a Lei nº 8.176/1991 prevê pena de um a cinco anos de detenção para aquisição, distribuição ou revenda irregular de combustíveis. Já a posse irregular de arma de fogo de uso permitido prevê detenção de um a três anos e multa. Essas faixas legais, porém, não permitem determinar a pena concreta aplicada a Magno.
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