Ratinho reage a críticas após fala sobre Erika Hilton e afirma: “Não vou mudar”
O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, se pronunciou na noite de segunda-feira (16/3) sobre a polêmica envolvendo declarações feitas contra a deputada federal Erika Hilton. Durante o programa exibido no SBT, ele afirmou que não pretende mudar sua forma de se expressar, mesmo após as críticas.
“Fui envolvido em um verdadeiro furacão depois de dar uma opinião aqui no programa. Centenas de pessoas fizeram comentários nas redes sociais. Quero agradecer a todos que me apoiaram”, disse o apresentador ao vivo.
Ratinho também afirmou que sua maneira direta de falar sempre fez parte de sua trajetória na televisão e no rádio. “De todos os defeitos que eu tenho, e eu tenho muitos, o que mais incomoda as pessoas é a minha sinceridade, desde que comecei na televisão. Eu não sou garoto de internet, quando eu comecei na TV e no rádio não tinha internet. É o meu jeito direto e reto de falar as coisas e, nos tempos atuais, quem fala a verdade pode ser vítima de patrulhamento e lacração, que naquele tempo não tinha”, declarou.
Segundo ele, a repercussão não vai alterar seu comportamento. “Quem gosta de mim vai continuar gostando, quem não gosta vai continuar não gostando. Eu não vou mudar meu jeito de ser para agradar quem quer que seja”, afirmou.
A polêmica começou após comentários feitos no último dia 11, durante o Programa do Ratinho, quando o apresentador criticou a escolha de Erika Hilton para presidir a Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. Na ocasião, ele afirmou que a deputada “não é mulher”, declaração que gerou acusações de transfobia nas redes sociais.
Após o episódio, Erika Hilton anunciou que entrou com um processo contra o apresentador. A parlamentar também solicitou ao Ministério Público de São Paulo a abertura de investigação sobre as falas.
De acordo com o órgão, declarações desse tipo podem configurar discurso discriminatório e contribuir para deslegitimar a identidade de pessoas trans.
Especialistas em direito penal apontam que a injúria homofóbica ou transfóbica ocorre quando há uso de palavras ou expressões preconceituosas que ofendem a honra da vítima. Conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça, esse tipo de crime pode ter pena de até cinco anos de prisão, dependendo das circunstâncias.
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Interessante. A Polícia Federal informou que HÁ risco do filho de Lula, mais conhecido como Lulinha, de fugir do país e a IMPRENSA inteira fica calada.Ninguém diz nada. O tal Lulinha está sendo acusado de receber 300 mil todo mês do Chefe da Máfia do INSS. Todo mundo calado. É essa conivência da imprensa, escrita, digitalizada e falada que está ajudando a destruir o Brasil. Querem proteger Lula de todo o jeito. E se fosse o filho de Bolsonaro? Seria um escândalo, hein? No caso de Ratinho, o STF já informou que NÃO É crime chamar uma mulher trans de homem. Parece que a imprensa não sabe disso. Erika Hilton sabe, por que ela fez a denúncia em um Ministério e não na Justiça.