Chefe do tráfico de drogas morre em confronto com a polícia na RMS

Homem era envolvido em homicídios e tráfico de armas.

Na noite desta segunda-feira (1º/4), o chefe do tráfico de drogas da localidade conhecida como “Iraque”, no bairro de Barro Duro, em Salvador, morreu após trocar tiros com a polícia. Idivaldo Souza Santos, de 38 anos, também conhecido como Nenê, Boca de Prata, Kainha e Coroa do Iraque, era apontado como um dos principais articuladores do crime organizado na região.

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O suspeito era investigado por envolvimento em homicídios, incluindo o assassinato do empresário Jefferson Sobrinho, dono de um depósito de bebidas em Simões Filho. O crime teria sido motivado pela tentativa de tomar posse do estabelecimento da vítima. Além disso, Idivaldo também era suspeito de fornecer armas para organizações criminosas em disputa por territórios na Bahia e de pagar propinas a policiais para garantir a continuidade de seus negócios ilícitos.

O chefe do tráfico morreu durante um patrulhamento tático especializado da Companhia Independente de Policiamento Especializado Polo Industrial (CIPE/POLO), com apoio da Polícia Federal, para coibir o tráfico interestadual de ilícitos na Região Metropolitana de Salvador. Segundo a polícia, um veículo modelo Hilux, de cor prata, ocupado por quatro pessoas, foi avistado em atitude suspeita na localidade de Vila Mar. Ao perceber a presença dos agentes, o motorista tentou fugir, dando início a uma perseguição que culminou em confronto.

Durante a troca de tiros, Idivaldo foi atingido e morreu no local. Os outros três ocupantes do veículo conseguiram fugir para uma área de mata e não foram localizados. No carro, a polícia apreendeu uma pistola calibre .40, marca Taurus, modelo 940, carregada com nove munições, dois smartphones e 46 maços de cigarros de diversas marcas. A ação também contou com o apoio de uma viatura do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), e os materiais apreendidos foram apresentados na 2ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Alagoinhas.

A morte do traficante gerou tensão no Barro Duro, onde criminosos ligados à facção Bonde do Maluco (BDM), liderados por Alagoneis, conhecido como “Galo”, e Bruno, o “Bruninho”, estariam planejando represálias, como possível toque de recolher na comunidade e ataques criminosos, incluindo incêndios a ônibus.

Diante da possibilidade de violência, a Polícia Militar e a Polícia Civil reforçaram o policiamento no Barro Duro e em pontos estratégicos da RMS para evitar novos ataques.

 

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