Os familiares tentaram doar os órgãos de Ana Paula Pimenta, mas ela teve múltipla falência. A vítima foi espancada cinco dias antes. O crime inicialmente foi registrado como tentativa de feminicídio, mas tipificação mudou para feminicídio após a morte dela.
Segundo Janaína Pimenta, filha de Ana Paula, o suspeito ligou pedindo socorro para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas alegou que não conhecia a companheira.
O crime foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), no bairro de Brotas, que investiga o caso.

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