Ainda na nota, a pasta ressaltou que os ambulantes que trabalham na festa receberam treinamento, orientação e tiveram conhecimento do que é permitido e proibido, e também de que, caso comercializassem algo fora do permitido, todo material seria retirado das ruas.
Sobre a ação citada, a Semop disse que a GCM atuou, junto com a pasta, para cumprir as normas e proteger a população, bem como a integridade dos agentes públicos. O órgão ainda repudiou “qualquer ato discriminatório, seja ele racista, homofóbico, ou qualquer ato de intolerância”.
O caso foi registrado na 7ª delegacia do Rio Vermelho e será investigado pela Polícia Civil, além de ser acompanhado pela Coordenação Especializada de Repressão aos Crimes de Intolerância e Discriminação (Coercid).

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