Tarólogo Bruno Teixeira conta como é trabalhar com a leitura de cartas

Profissional participa semanalmente do programa Fala Genefax na rádio Educadora FM 88,5

É difícil encontrar alguém que nunca tenha tido curiosidade em conhecer o tarot, um jogo milenar que desperta interesse, inclusive, entre os mais céticos. O tarólogo Bruno Teixeira é um desses profissionais que utiliza essa prática para auxiliar diversas pessoas, usando as cartas como um instrumento de autoconhecimento e terapia. Ele participará semanalmente do programa Fala Genefax, que vai ao ar na rádio Educadora FM 88,5 todas as quintas-feiras, sempre às 17h.
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Bruno compartilhou um pouco da sua história e sobre como é trabalhar com a leitura de cartas. Ele conta que desde muito novo as pessoas o aconselhavam a buscar o caminho da espiritualidade, mas ele não se interessava tanto. Uma dessas grandes incentivadores era a sua ex-mulher, que também atua como taróloga.
“A minha ex-mulher dizia: ‘Bruno, você precisa jogar tarot’. As pessoas viviam falando isso, repetidamente, e eu resistindo a isso. A gente se separou e eu segui minha vida, foi quando apareceu uma taróloga em uma página minha no Instagram e começou a puxar conversa e falar umas coisas. Em uma das últimas vezes que a gente se falou ela conversou comigo que eu precisava cuidar da minha espiritualidade e jogar tarot, o que me deixou bem intrigado, porque não era a primeira pessoa que me falava aquilo”, disse.
Durante cerca de três meses, Bruno se dedicou aos estudos das 78 cartas que compõem o baralho do tatot. “Foi muito fácil para mim, eu não imaginava que fosse ser tão fácil. Tem pessoas que passam anos e anos estudando e não se sentem confiantes para jogar o tarot, porque não conseguem ter a segurança na leitura das cartas. Então acho que já existia isso no meu caminho, porque não é fácil aprender, são 78 cartas cada uma com significados diferentes, e quando junta com outras cartas o significado fica bem diferente muitas vezes”, explica.

Por muitos anos, existiu a crença de que jogar e interpretar as mensagens das cartas era algo ruim. Mas, aos poucos, a atividade foi se desmistificando.  “É algo que foi se crucificando, entre várias religiões, taxadas como coisas negativas, do diabo. E essa imagem ficou, de que é algo que não presta, é mentira”, pontua o tarólogo.
Para conhecer mais sobre o trabalho do profissional acesse o Instagram @otaropeuta, onde Bruno compartilha informações e produz conteúdo sobre o Tarot, desenvolvimento pessoal, meditação e reiki.

 

Mande fotos e vídeos com os acontecimentos de seu bairro para o WhatsApp do Fala Genefax (75) 9 9190-1606

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