Os três policiais militares presos nesta terça-feira (25/1) vendendo uma submetralhadora no bairro de Barbalho, em Salvador, anunciavam a arma em grupos de um aplicativo. No anúncio, o deboche: “apenas R$ 5.300,00, o choro é livre”. Na divulgação, também constava a garantia da eficiência do produto: “testado e aprovado”.
Os PMs são soldados que trabalham na 2ª Companhia Independente (Barbalho) e foram presos em flagrante por policiais da Operação Apolo. A arma posta à venda é uma submetralhadora 9 milímetros de fabricação artesanal. Além da “macaquinha”, como é conhecida, vendiam, em conjunto, um seletor de rajada e um carregador.
Fontes da Secretaria de Segurança Pública (SSP) relataram que a submetralhadora teria sido negociada com um homem suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. Os três soldados teriam ingressado na PM em 2018 e estariam em estágio probatório, período de verificação de aptidão e capacidade para desempenhar a função.
A Polícia Militar informou que serão prestados maiores esclarecimentos ao longo do processo investigativo.
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