PUNIDOS: Vigilantes que assassinaram negro no Carrefour são demitidos por justa causa

O Grupo Vector, empresa responsável pelos vigilantes terceirizados do supermercado Carrefour, anunciou na quinta-feira (19/11), que ambos os envolvidos foram demitidos por justa causa, após espancamento que levou à morte João Alberto, de 40 anos.
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Segundo informações do UOL, a Vector disse que lamenta “profundamente os fatos ocorridos e se sensibiliza com os familiares da vítima”.
A Vector, ainda segundo o portal, anunciou que disponibilizará todos os recursos necessários para que a Polícia Civil consiga elucidar os fatos.
Informa também que seus colaboradores são submetidos a treinamento apropriado às atividades desenvolvidas, e, de modo especial, no que concerne à “prática do respeito às diversidades, dignidade humana, garantias legais, liberdade de pensamento, bem como à diversidade racial e étnica”.
Por fim, o veículo diz que os vigilantes Magno Braz Borges e Giovane Gaspar da Silva, este, policial militar temporário, foram filmados por clientes do supermercado e câmeras de segurança do mesmo, num ato de selvageria, espancando João Alberto até a morte.
Os dois tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça e foram autuados em flagrante por homicídio triplamente qualificado por motivo fútil, asfixia e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.



 
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