“ERVA MEDICINAL”: Servidora briga na Justiça para cultivar e portar maconha sem ser presa

Uma servidora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) está brigando na Justiça para obter o direito de cultivar e portar maconha sem risco de ser presa. Ela alega que o uso da substância é medicinal.
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Segundo informações da coluna Satélite, do jornal Correio*, Luiza Luchi Ramos já recorreu até ao STF, depois de o Tribunal Regional Federal da 1ª Região negar habeas corpus preventivo impetrado por ela. Mas, nem no Supremo ela obteve o direito. O presidente da Corte, Luiz Fux, negou o pedido por declínio de competência. O pedido agora está com o Superior Tribunal de Justiça.
Luiza Luchi afirma ter sido diagnosticada com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e, desde então, utiliza a maconha para tratar o distúrbio.




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