“VIXE”: Mulher descobre registro como ‘vereadora eleita’ após ter auxílio emergencial negado

Situação surpreendente foi a que Cleidiane Alves Mendes de Oliveira, de 33 anos, se deparou ao requisitar o benefício do auxílio emergencial oferecido pelo governo federal. O caso inusitado aconteceu na cidade de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia.

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Após Cleidiane ter o auxílio emergencial negado pela Caixa Econômica Federal teve como justificativa que ela é vereadora eleita no município. Mas o estranho é que apesar da mulher ter se candidatado a vereadora nas eleições de 2016, não venceu, portanto nem chegou a ser eleita.

Segundo o que foi apurado ela trabalha como faxineira e precisa do benefício do governo, por causa da falta de serviços em meio à pandemia do Covid-19. Cleidiane alega que o aplicativo da Caixa não tem como contestar o fato inverídico e não sabe o que fazer, pois até mesmo o gerente da Caixa não conseguiu intervir e nem mesmo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da região conseguiu solucionar o caso.

No site de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral consta o nome dela como suplente, mas ela alega que nunca tomou posse como vereadora.

Mulher tem auxílio emergencial negado e se descobre ‘vereadora eleita’ em app da Caixa — Foto: Reprodução/Divulgacand

Em nota a assessoria do TRE explicou que “os bancos de dados não permitem consultar o exercício de mandato eletivo”. E a Caixa Econômica Federal também informou por meio de nota, que atua como agente pagador do Auxílio Emergencial e não participa, nem interfere no processo de avaliação dos critérios de elegibilidade. Informou ainda, que a responsabilidade no processo de avaliação dos critérios de elegibilidade é da Dataprev, conforme previsto em portaria do Ministério da Cidadania, que regulamenta os procedimentos a respeito do auxílio.

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE, enviou neste mês de junho um documento à Dataprev informando que os bancos de dados da Justiça Eleitoral não deveriam ser usados para subsidiar análise do auxílio emergencial, por causa de casos de negativa da renda extra a candidatos não eleitos.  
 




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Um Comentário

  1. Já q ela n tem direito ao auxílio, neste caso ela deveria ter direito ao salário de candidata eleita . Engraçado q pra prejudicar as pessoas é muito fácil, agora pra ajudar é meio mundo de dificuldade q aparece pela frente. So Jesus na misericórdia. E muita injustiça neste mundo.

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