ALTOS E BAIXOS: Marcelo Serrado defende Crô e admite fracassos ao longo da carreira

Aos 53 anos de idade, 33 deles dedicados à dramaturgia, Marcelo Serrado coleciona papéis de sucessos e de fracassos na TV. Em conversa com o autor Alessandro Marson em uma live no Instagram na última quinta-feira (4/6), o global contou que demorou praticamente 20 anos para se sentir consolidado como ator.

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“Eu fiz muito fracasso, eu fiz muita novela ruim, eu fiz muito trabalho que não me levou a nada. Eu sinto que eu fui acontecer com 40 anos, acontecer mesmo, de eu internamente, não aquela coisa do sucesso…”, revelou.

O ator deu a entender que os trabalhos frustrados vieram antes de sua passagem pela Record, já que ele considera a sua trajetória na emissora dos bispos como uma oportunidade de ter interpretado protagonistas marcantes, como o delegado Dênis Nogueira em Vidas Opostas (2006) e o Bruno Vilar de Poder Paralelo (2009).

“Eu dei uma guinada como ator muito forte do Crô pra cá. Eu me sinto muito mais seguro hoje em dia, eu me sinto com armas. Eu passei por um processo muito importante na minha vida muito importante quando eu saí da Globo e fui trabalhar na Record e trabalhei com José Celso Martinez Corrêa nesse meio tempo, onde eu acho que virei literalmente um outro ator”, afirmou Marcelo, citando trabalhos no teatro como responsáveis por sua guinada profissional.

Serrado também celebrou a reprise de Fina Estampa no horário nobre e rebateu críticas de que seu personagem na trama, o Crô, se resume a um gay caricato e capacho de Tereza Cristina (Christiane Torloni).

 

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