MAIS INVESTIMENTO: Dólar alto faz Mondial inovar na fabricação de eletroportáteis no País

O novo patamar do câmbio, cotado acima de R$ 5, acelerou ainda mais os planos de Mondial, fabricante de eletroportáteis, de nacionalizar a produção. No mês passado, a empresa anunciou que iria fabricar no País batedeiras, ventiladores de grande porte usados em comércios e igrejas, caixas de som e cooktops. Agora acrescentou à lista mais quatro produtos: ferro elétrico tradicional, ferro a vapor e dois modelos de fritadeira elétrica. “Com odólar se consolidando acima de R$ 5, entrou no nosso radar a fabricação local de mais produtos”, afirma o sócio-fundador da empresa, Giovanni Marins Cardoso.
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Ele conta que os quatro primeiros eletroportáteis nacionalizados começam a ser produzidos na fábrica em Conceição do Jacuípe, no Recôncavo Baiano, em agosto. Em setembro começarão a ser produzidos os outros quatro itens. Também a empresa analisa a nacionalização de mais dois eletroportáteis: chaleira e processador. Neste caso, a decisão ainda depende de estudos técnicos e avaliação de mercado.
Até o ano passado, esses oito eletroportáteis eram fabricados na China. A empresa desenvolvia os moldes no Brasil e os fornecedores fabricavam o produto sob encomenda. Cardoso explica que com o dólar cotado ao redor de R$ 4, era mais vantajoso produzir no país asiático porque o custo de produção era 25% menor comparado ao do Brasil. “Neste momento, com o dólar acima de R$ 5, os custos de produção entre Brasil e China estão equiparados.”
Exportações
Além do dólar, outro fator que pesou na decisão de nacionalizar esses itens foi a intenção da companhia de expandir as exportações para países do Mercosul, especialmente a Argentina. O país vizinho não tem uma indústria forte de eletroportáteis. “A Argentina aplica lei anti dumping na importação de ferro elétrico. Se fabricarmos no Brasil, ficaremos fora dessa restrição”, explica o empresário. Ele conta que as exportações da companhia para a região são muito pequenas e, produzindo no Brasil esses eletroportáteis, será possível ampliar significativamente as vendas.
Na primeira fase de nacionalização, cuja produção começa em setembro, a companhia está contratando 215 trabalhadores. Agora, com mais itens fabricados localmente, planeja admitir mais 200 empregados para a fabrica da Bahia. Estão sendo aplicados na planta industrial R$ 47 milhões para ampliar a capacidade das linhas de produção.
Com a primeira rodada de nacionalização, a fatia de produtos fabricados localmente sai de 55% para 65% no total da empresa. Agora com mais quatro eletroportáteis incluídos nessa lista, esse indicador sobe para 72%. E a meta é atingir 80% de produtos nacionalizados do total produzido pela companhia até o início do ano que vem.
Em 2019, a Mondial faturou R$ 2 bilhões. No último trimestre de 2019, a marca respondia, em média, por 36% das vendas totais de eletroportáteis no varejo.

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Estadão
Se você estão achando ruim pede pra sair e da vara quem tá precisando se trabalhar fala ficar desempregado fala lote de miseiria
Geni fax faz uma reportagem com sindicato pra saber deles por que a empresa da plano de saúde pra supervisor e coordenador e o restante fica de fora sendo que trabalhar na mesma empresa. Quem mas precisa nao tem.quem ganha mas tem condições de pagar um plano tem…..
A PL eles parcelaram e avisaram em cima da hora, parece que somos cachorros, e ainda com empregos ameaçados, ou parcela ou demissão.
O sindicato simplesmente sumio deve está na quarentena.ja passou da hora de trocar ,esse ano nao tem dicidio de salário, pl dividido em 4vezes foi falado no dia de pagar.falta de respeito com funcionários que dividisse mas avisasse antes.o sindicato ja se vendeu …..
Tem que pagar os funcionários direito e não só pagar mas como informar… Estamos todos sem direção . Sem saber o que fazer pq eles não o informan .. o Sindicato e nada é a mesma coisa . Se alguém tiver notícias do sindicato avisem pq está desaparecido.