Os evangélicos tendem a avaliar de forma mais positiva o presidente Jair Bolsonaro e a relativizar mais a pandemia do coronavírus, de acordo com a mais recente pesquisa do Datafolha.
Segundo levantamento feito de 1º a 3 de abril, os indivíduos que se declaram dessa corrente religiosa estão entre os que mais aprovam a atuação do presidente diante da pandemia. De acordo com o instituto, o índice de ótimo ou bom atribuído à condução da crise pelo presidente passa de 33%, na população em geral, para 41% considerando apenas os evangélicos.
No dia a dia, é comum Bolsonaro receber o apoio de fiéis de diferentes denominações na portaria do Palácio da Alvorada. O presidente se declara católico, mas sua mulher, Michelle, é evangélica. A proximidade com líderes religiosos vem desde a época da campanha eleitoral. Na semana passada, convocou um jejum religioso para que o país se livrasse “desse mal”, em referência ao coronavírus.

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