Covid-19: Como estão se comportando os cidadãos fora de casa em Conceição do Jacuípe?

Moedas e cédulas de dinheiro passam de mão em mão pelas ruas e em comércios. Cartões de banco e documentos pessoais também são usados frequentemente por todos. Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a covid-19 sobrevive em superfícies, mas a orientação central para evitar contaminação é, após usar esses objetos, lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool gel 70% e evitar tocar nos olhos, boca ou nariz.
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“Não importa se o meio de pagamento é cartão ou dinheiro, o que importa é higienizar as mãos. Como não ficamos o tempo todo com eles nas mãos, ao pegar nessas coisas e em tudo que a gente compartilha, como canetas, higienize as mãos”, explicou a infectologista Eliana Bicudo, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

A jovem Railane de Jesus Silva, 22, está seguindo essa orientação. Ela falou ao portal Berimbau Notícias, na manhã desta terça-feira (31/3), que faz intenso uso do álcool gel para evitar o contágio da Covid-19. Railane reclamou ainda que não está tendo atendimento preferencial em alguns bancos de Conceição do Jacuípe, relatou que estava há mais de uma hora na fila, mesmo estando com bebê no colo. A recém mamãe mandou os cidadãos levarem o coronavírus a sério: “Pessoas não estão acreditando na doença e estão circulando na rua”, reclamou.

Mesmo com a recomendação do Ministério da Saúde de manter o isolamento social, algumas pessoas ainda precisam frequentar mercados, farmácias ou ir ao banco em busca de itens essenciais. De acordo com a infectologista Eliana, quando saímos de casa, o importante é manter um distanciamento de pelo menos 1 metro entre as pessoas. “Pode fazer seu supermercado, suas compras, tocar nos objetos, mas ficar atento para não levar as mãos à boca. Assim que acabar, higienize as mãos dentro do possível, sempre que puder”, ressaltou.
Rafael Aragão Moraes, 35, estava acompanhado da sua mãe de 76 anos. Eles são de Amélia Rodrigues, deslocaram-se até Conceição do Jacuípe para resolver com urgência uma pendência em uma instituição financeira. Ambos aguardaram o atendimento afastados das demais pessoas e também foram os únicos no local que estavam utilizando máscaras. Rafael salientou que os mais jovens tem que se proteger para não contaminar os mais velhos. Sobre a necessidade de ter que sair de casa, o ameliense ressaltou que só em uma ocasião inadiável: “As contas chegam, a dispensa fica vazia. Temos que correr certos riscos.”
Já o professor Roque Matos, 56 anos, residente do distrito do Picado, em Conceição do Jacuípe, teve a necessidade de ir até uma instituição bancária na manhã desta terça-feira (31/3). O docente ficou surpreso com o grande fluxo de pessoas nas ruas. Ele afirmou que está evitando sair de casa; lavando bem as mãos e tentando ao máximo não estar em locais que aglomeram pessoas. Roque finalizou: “Fiquem em casa, evite ao máximo sair e sigam as orientações recomendadas pelas autoridades.”



Quais são os ítens essenciais que tem no banco?
E ainda tem camelô pela cidade passando nas portas n tem nenhum tipo de fiscalização eles podem ter vindo de outra cidade que tenha um índice maior de contaminação
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O povo não tá levando a sério a doença que esse vírus provoca. Será que precisa ver algum parente morrer sufocado, asfixiado? Pq é isso que a evolução dessa doença provoca. E vcs acham que o hospital ACM tá preparado pra receber esses pacientes??? Nem o exame pra saber se é COVID estão conseguindo fazer. Acorda gente.
Desse jeito aí não dou uma semana para a metade Berimbau está infectada!