CADÊ NORMÉLIA? Moradores da Rua do Fato reclamam do não recolhimento do lixo no local

Novamente, moradores de Conceição do Jacuípe reclamam da ausência da coleta de lixo e entulhos. Dessa vez, populares da rua João Marinho Abade, mais conhecida como Rua do Fato, denunciaram ao portal Berimbau Notícias esse caso incômodo.
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Eliene da Silva Moraes, de 49 anos, mora há 30 anos na Rua do Fato. Ela vê a cena abandono e reclama dos representantes políticos, especialmente a prefeita Normélia Correia: “É uma falta de consideração, porque ela (a prefeita) podia olhar mais pelas pessoas”.
A moradora também diz que efetua a limpeza nos arredores da cada dela. “Aqui às vezes eu limpo. O povo ainda pergunta se eu trabalho na prefeitura, me dão piada. Mas só fazem isso porque não tem quem limpe aqui, e não sei porque ela tirou”.
Alguns vizinhos roçam o terreno, fazem capina, não só por conta da limpeza mas por conta da segurança, já que a mesma Eliene afirma ter avistado pessoas estranhas escondidos nas redondezas. “A gente fica com medo”, conta.
A coleta de lixo costuma passar pelo local duas vezes por semana. Porém, algumas vezes o veículo não passa no dia certo, vindo a coletar o lixo apenas no dia seguinte, conta Eliene.

No ponto em questão, a moradora conta que a caçamba da prefeitura efetua a retirada do lixo, mas sempre tem populares que jogam entulhos novamente: “É uma falta de respeito”. Apesar disso, na última sexta-feira (13/3), os entulhos não foram retirados. Ela afirma que aguarda até a próxima sexta para que ocorra o recolhimento.
Naílson Rui Moraes, conhecido como Russo, tem 49 anos e conta que já capturou duas serpentes no local. A população da rua tem receio de que animais peçonhentos possam invadir as casas.
“Sempre foi esse descaso. Se a gente não brigar pelos nossos direitos, eu faço por mim mesmo. Limpo tudo até o dia em que eu aguentar”, afirma o popular.

Russo ainda relata: “Aqui tinha um rapaz que varria e juntava o lixo, mas esse agora só vai nas ruas principais. Quem varre a rua somos nós, os moradores”.
Ele reclama da água acumulada nas fossas das casas que chega a atingir a rua e pede para que seja feito um sistema no qual os moradores não precisem tirar a água de casa para jogar na rua. Ele afirma que os populares não possuem condições financeiras para pagar uma empresa particular, para que seja retirada a água das fossas. “É água de pia, de banho, de lavagem de roupa. A fossa enche rapidamente. Gostaria que a prefeita viesse dar uma olhada com carinho e abrisse como fez na Caiçara até a tribo, é o mesmo caminho.”
Confira o vídeo:




Precisa fazer uma matéria sobre a reforma feita na rua 2 de julho q na frente da igreja palavra p as nações virou uma poça gigante.e na rua do lado da rádio virou escoamento de água da avenida é quem paga são os moradores daquela rua q esse final de semana ficou impossível passar na rua fora o passeio q não existe mais