O juiz Leandro Paulsen, o revisor, acompanhou o voto do relator, o juiz federal João Pedro Gebran Neto, e confirmou a condenação em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por desvios na Petrobras é “inequívoca”.
Mais cedo, o relator da apelação do ex-presidente Lula no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), confirmou a condenação em primeira instância e votou pelo aumento da pena do réu para 12 anos e um mês.
Em julho de 2017, o juiz Sergio Moro havia condenado o petista a nove anos e seis meses por corrupção e lavagem de dinheiro.
Com a condenação, Lula poderá ser preso após os esgotamentos dos recursos na corte. Do ponto de vista eleitoral, enquadra-se na Lei da Ficha Limpa.
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