A mãe de um recém-nascido que morreu durante o parto acusa de negligência o Hospital Municipal Antonio Carlos Magalhães, em Conceição do Jacuípe (Berimbau), onde o procedimento foi realizado.
Segundo Lurdiane Pereira, 27 anos, o parto foi realizado no último domingo (4). Ele conta que o médico chegou a subir em cima de sua barriga durante o parto e que fez o pré-natal, estava tudo perfeitamente bem. “Acho que houve negligência”, disse a mãe ao Berimbau Notícias.
“Queremos saber o que houve de verdade. Eu quero justiça, para como aconteceu comigo não aconteça com mais ninguém”, desabafa.
Outro lado
Nossa equipe de reportagem entrou em contato com o Dr. Wagner Ribeiro, diretor médico do hospital que preferiu não se manifestar.
Boa noite, assisti a matéria no YouTube por acaso, apareceu como sugestão por estar vendo vídeos médicos. Nota-se que se trata de uma família que esta com a dor da perda e é comum o não aceitar essa perda, faz parte da essência humana. É uma situação triste, o qual não se deseja a ninguém.
Pelo depoimento e tendo conhecimento da área, a grandes rasgos, pode-se afirmar que não houve negligencia dos profissionais envolvidos. Segundo o dicionario a palavra negligencia significa: 1. falta de cuidado; incúria; 2.
falta de apuro, de atenção; desleixo, desmazelo. Aplicando-se o significado da palavra apenas pelo depoimento da mãe, percebe-se que não houve falta de cuidados, ela foi avaliada por períodos de tempo programado e por 3 médicos diferentes, em nenhum lugar do Brasil, nenhum paciente terá um medico de cabeceira que o acompanhe desde o ingresso até a saída, não no sistema publico, isso é fato. Do ponto de vista cientifico o parto foi natural e seguiu o curso como indicado nos protocolos vigentes, tanto do Ministério da Saúde quanto da Sociedade Brasileira de Obstetrícia (FEBRASGO). Citarei alguns motivos para afirmar que não houve negligencia apenas em base ao depoimento da família.
1. O trabalho de parto normal de uma gestante que dará a luz por primeira vez dura de 10 a 20 horas com promédio de 12 horas, isso contado a partir do 1º período que se inicia com 3 cm de dilatação do colo uterino.
2. O fato da bolsa estar rota não interfere em nada na oferta de oxigênio ao feto já que o mesmo deriva do cordão umbilical e não do liquido amniótico, a unica medida a ser tomada quanto a isso é administração de antibióticos após o período de 12 horas apos a rotura da bolsa pelo risco de infecção.
3. Subir encima da paciente se refere a uma manobra chamada “Kristeller” onde o médico auxilia a paciente a empurrar o feto pelo canal vaginal que apesar dos riscos como ruptura uterina e outros e já ter sido desaconselhada pela FREBASGO ainda continua sendo utilizada em pacientes não colaboradoras.
4. No Brasil inteiro (SUS) o paciente só é transferido por meio da REGULAÇÃO que existe em cada estado, sendo o médico proibido de transferir pacientes sem estar autorizado pela mesma, então não se pode culpar o médico por não haver transferido a paciente como relata a família, essas normas foram criadas pelo Ministério da Saúde afim de controlar o fluxo de pacientes e evitar receber pacientes sem ter disponível leitos e equipe especializada.
Não tenho acesso ao prontuario da paciente até porque sou residente de outro estado, não conheço a equipe envolvida e tampouco a família, acredito que o diretor clinico não se manifestou porque para a sociedade “leiga” o médico sempre será culpado do falecimento de pacientes, não importando o estado de saúde que se encontre, ao que lhe é atribuído a função de Deus quando na realidade são apenas seres humanos assim como qualquer outra pessoa que não tem poder sobre a vida uma quando Ele decide chamar.
Ao “jornalista” que fez a entrevista e/ou publicou, se é que tem faculdade de jornalismo no currículo, o que eu particularmente duvido, sugiro seguir um principio básico do jornalismo; “averiguar os fatos”, devendo buscar bases para aquilo que esta publicando, se não sabe como faze-lo converse com um especialista no assunto e evite matérias sensacionalista e fantasiosas pois o titulo da matéria contradiz totalmente o seu conteúdo.
A família dolente deixo os meus mais sinceros votos de pesar.
Gente isso tudo é verdade, esse hospital, nao tem suporte nenhum pra atender uma emergencia. Berimbau pede socorro, sem saude, sem segurança. Muito triste!!!
Muita negligência mesmo levei meu cunhado no hospital a com a perna com infecção forte a dr Nilda Coimbra falou para mim que era uma simples luxação e que era pr eu levar ele pra casa e botar compressa de gel que ia ficar bem eu levei meu cunhado para feira para o hospital da criança e internaram o menino em estado grave com a perna bastante inflamada e está internado ainda e ela falou que era uma simples luxação kkkkkkk viu
Como conjacuipense sinto vergonha de ver como a cidade encontra-se nase mãos da Sra Descaso!
Não entendo como uma pessoa que tem qualificações acadêmica na área de saúde, consegue ser tã incompetente. Aliás a sua desmerecida governancia abrange todas as áreas.
São ENGENHEIROS que não promovem obras:
SECRETARIA DE SAUDE : que mata
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO : esquecida na boca do túmulo
SEGURANÇA : administrada pelos marginais ( aliás sua arrogância que proporcionou isso)
E uma PREFEITA FANTASMA.
Boa noite, assisti a matéria no YouTube por acaso, apareceu como sugestão por estar vendo vídeos médicos. Nota-se que se trata de uma família que esta com a dor da perda e é comum o não aceitar essa perda, faz parte da essência humana. É uma situação triste, o qual não se deseja a ninguém.
Pelo depoimento e tendo conhecimento da área, a grandes rasgos, pode-se afirmar que não houve negligencia dos profissionais envolvidos. Segundo o dicionario a palavra negligencia significa: 1. falta de cuidado; incúria; 2.
falta de apuro, de atenção; desleixo, desmazelo. Aplicando-se o significado da palavra apenas pelo depoimento da mãe, percebe-se que não houve falta de cuidados, ela foi avaliada por períodos de tempo programado e por 3 médicos diferentes, em nenhum lugar do Brasil, nenhum paciente terá um medico de cabeceira que o acompanhe desde o ingresso até a saída, não no sistema publico, isso é fato. Do ponto de vista cientifico o parto foi natural e seguiu o curso como indicado nos protocolos vigentes, tanto do Ministério da Saúde quanto da Sociedade Brasileira de Obstetrícia (FEBRASGO). Citarei alguns motivos para afirmar que não houve negligencia apenas em base ao depoimento da família.
1. O trabalho de parto normal de uma gestante que dará a luz por primeira vez dura de 10 a 20 horas com promédio de 12 horas, isso contado a partir do 1º período que se inicia com 3 cm de dilatação do colo uterino.
2. O fato da bolsa estar rota não interfere em nada na oferta de oxigênio ao feto já que o mesmo deriva do cordão umbilical e não do liquido amniótico, a unica medida a ser tomada quanto a isso é administração de antibióticos após o período de 12 horas apos a rotura da bolsa pelo risco de infecção.
3. Subir encima da paciente se refere a uma manobra chamada “Kristeller” onde o médico auxilia a paciente a empurrar o feto pelo canal vaginal que apesar dos riscos como ruptura uterina e outros e já ter sido desaconselhada pela FREBASGO ainda continua sendo utilizada em pacientes não colaboradoras.
4. No Brasil inteiro (SUS) o paciente só é transferido por meio da REGULAÇÃO que existe em cada estado, sendo o médico proibido de transferir pacientes sem estar autorizado pela mesma, então não se pode culpar o médico por não haver transferido a paciente como relata a família, essas normas foram criadas pelo Ministério da Saúde afim de controlar o fluxo de pacientes e evitar receber pacientes sem ter disponível leitos e equipe especializada.
Não tenho acesso ao prontuario da paciente até porque sou residente de outro estado, não conheço a equipe envolvida e tampouco a família, acredito que o diretor clinico não se manifestou porque para a sociedade “leiga” o médico sempre será culpado do falecimento de pacientes, não importando o estado de saúde que se encontre, ao que lhe é atribuído a função de Deus quando na realidade são apenas seres humanos assim como qualquer outra pessoa que não tem poder sobre a vida uma quando Ele decide chamar.
Ao “jornalista” que fez a entrevista e/ou publicou, se é que tem faculdade de jornalismo no currículo, o que eu particularmente duvido, sugiro seguir um principio básico do jornalismo; “averiguar os fatos”, devendo buscar bases para aquilo que esta publicando, se não sabe como faze-lo converse com um especialista no assunto e evite matérias sensacionalista e fantasiosas pois o titulo da matéria contradiz totalmente o seu conteúdo.
A família dolente deixo os meus mais sinceros votos de pesar.
João Marcos de Queiroz
Sinop – MT
Gente isso tudo é verdade, esse hospital, nao tem suporte nenhum pra atender uma emergencia. Berimbau pede socorro, sem saude, sem segurança. Muito triste!!!
Muita negligência mesmo levei meu cunhado no hospital a com a perna com infecção forte a dr Nilda Coimbra falou para mim que era uma simples luxação e que era pr eu levar ele pra casa e botar compressa de gel que ia ficar bem eu levei meu cunhado para feira para o hospital da criança e internaram o menino em estado grave com a perna bastante inflamada e está internado ainda e ela falou que era uma simples luxação kkkkkkk viu
Como conjacuipense sinto vergonha de ver como a cidade encontra-se nase mãos da Sra Descaso!
Não entendo como uma pessoa que tem qualificações acadêmica na área de saúde, consegue ser tã incompetente. Aliás a sua desmerecida governancia abrange todas as áreas.
São ENGENHEIROS que não promovem obras:
SECRETARIA DE SAUDE : que mata
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO : esquecida na boca do túmulo
SEGURANÇA : administrada pelos marginais ( aliás sua arrogância que proporcionou isso)
E uma PREFEITA FANTASMA.