Wagna trabalhava no Colégio da Polícia Militar de Feira de Santana e era querida por muitos alunos. Muitos estudantes compareceram vestidos com a farda da escola para prestar as últimas homenagens.
“Posso dizer que ela foi uma pessoa extraordinária. Era aquela pessoa que, quando ninguém queria estar perto de outras pessoas que eram mais bagunceiras, ela ia lá e acolhia. Era um pessoa que ajudava todo mundo”, afirmou a estudante Tamires Evangelista.
Crime
Wagna foi achada morta na noite de sexta-feira (31). De acordo com a polícia, um homem que afirmou ser namorado da vítima confessou o crime e foi preso em flagrante. O corpo foi encontrado enrolado em um lençol, na Serra do Tapuma, local de difícil acesso, segundo a 1ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Feira de Santana).
De acordo com a polícia, as informações iniciais são de que o suspeito, Igor Tosta Lopes, de idade não divulgada, e a vítima discutiram antes do crime. Ele teria colocado o veículo da policial à venda, o que pode ter motivado a briga, informou a polícia.
A subtenente Wagna desapareceu de Feira de Santana, município vizinho ao que o corpo dela foi encontrado, na manhã de sexta-feira. Ao ser informada por amigos da vítima, a polícia iniciou as investigações e encontrou o carro da PM no estacionamento de um supermercado, perto da rodoviária da cidade.
Em nota, a Polícia Militar lamentou a morte da policial e informou que a subtenente trabalhava no Colégio da Polícia Militar de Feira de Santana. Não há informações sobre o sepultamento da vítima.