Homem é preso suspeito de envolvimento na morte de coreógrafo de quadrilha junina em Salvador

Um homem foi preso suspeito de envolvimento na morte do coreógrafo Jhonata Carlos Gonzaga Estrela Gomes, de 36 anos, foi preso na segunda-feira (9/2), no bairro de Itapuã, em Salvador.
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O crime aconteceu na noite de sexta-feira (7), no mesmo bairro onde aconteceu a prisão. Jhonata estava na casa onde morava com a esposa quando o imóvel foi arrombado por homens armados. A mulher conseguiu fugir pela janela.
O nome do homem que foi preso não foi revelado. Ele foi autuado pelos crimes de resistência, supressão ou alteração de marca, numeração ou qualquer sinal de identificação de arma de fogo e corrupção de menor de 18 anos.
O suspeito foi detido, conduzido ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para adoção das medidas cabíveis e segue custodiado, à disposição da Justiça.
A Polícia Civil informou que o caso segue sendo investigado pela 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), que tenta identificar a motivação do crime e encontrar outros suspeitos.
O corpo do coreógrafo foi enterrado na manhã de sábado (7), no Cemitério Quinta dos Lázaros, em uma cerimônia marcada por comoção e homenagens. Familiares, amigos e integrantes de quadrilhas juninas estiveram presentes para se despedir e cobrar respostas sobre o crime.
Jhon, como era conhecido, trabalhava como porteiro em uma escola em Itapuã e também dirigia para aplicativos. Ele era coreógrafo da quadrilha junina mirim Germe da Era, criada por sua família no bairro de Pero Vaz, onde atuava desde criança. O grupo é reconhecido pelo trabalho social com crianças e adolescentes.
Familiares e amigos afirmam que Jhon não tinha qualquer envolvimento com a criminalidade. Eles dizem que o crime pareceu uma execução e pedem investigação rigorosa. Todos destacam a conduta e o trabalho comunitário que a vítima desenvolvia há anos.
A deputada estadual Olivia Santana (PCdoB) comentou a morte nas redes sociais. Ela disse estar “chocada” com o crime e destacou o papel de Jhon no trabalho com crianças das comunidades da Liberdade e de Pero Vaz. A parlamentar lembrou que, no São João passado, a filha do coreógrafo emocionou o público ao narrar o enredo da quadrilha. A menina, de 10 anos, contou que aprendeu o texto com o pai, que a treinava sempre que chegava do trabalho.
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