Idoso sobrevive a ataque brutal de canguru ao tentar salvar cão
Embora raros, ataques de canguru podem ser extremamente perigosos.

Um ataque envolvendo um canguru deixou australianos assustados nesta semana após um agricultor aposentado sobreviver por pouco a uma violenta investida do animal no interior do estado de Victoria, na última quinta-feira (5/2). O homem, identificado como Col, tentava resgatar o próprio cachorro quando foi surpreendido.

Segundo relatos à rádio local 3AW, Col estava na casa de um amigo quando percebeu que algo estava errado ao ouvir os latidos frenéticos do cão. Ao sair para verificar, encontrou um canguru tentando agarrar o animal e reagiu utilizando um pedaço de madeira para afastá-lo.
Após o amigo levar o cachorro para um local seguro, Col acreditou que o perigo havia passado. No entanto, o canguru voltou rapidamente, saindo de um lago onde havia se refugiado e partindo para o ataque. “Ele me deu uma cabeçada no rosto e começou a me golpear”, contou o aposentado, que descreveu a força do animal como impressionante.

O confronto teria durado cerca de 25 segundos, tempo suficiente para causar ferimentos graves. O homem foi socorrido e permaneceu aproximadamente seis horas em um hospital da região. Exames indicaram cortes profundos na região abdominal, com cerca de sete centímetros de profundidade. Segundo ele, a camisa que usava pode ter evitado lesões ainda mais severas.
A situação só foi controlada quando o amigo de Col interveio, utilizando uma pá para afastar o animal. Apesar do susto, o agricultor afirmou se sentir “com sorte por estar vivo”, embora tenha admitido constrangimento pelo episódio.
Especialistas lembram que ataques de cangurus a humanos são considerados raros — cerca de 40 registros em uma década —, mas podem ser extremamente perigosos devido à força física desses marsupiais. Embora normalmente não sejam agressivos, eles podem reagir quando se sentem ameaçados, acuados ou em disputa territorial. Em 2022, a Austrália registrou a primeira morte causada por ataque de canguru desde 1936, envolvendo um idoso de 77 anos que mantinha o animal como estimação.
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