Quem são as influenciadoras presas em operação contra comércio ilegal de canetas emagrecedoras

A coach de beleza Claudiana Rocha e a influenciadora digital Laís Santiago foram presas na quarta-feira (14/1), durante a segunda fase da Operação Mirakel, que investiga um esquema de roubo, receptação e comércio ilegal de canetas emagrecedoras em Salvador.

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Juntas, as duas somam mais de 100 mil seguidores nas redes sociais. De acordo com a Polícia Civil, Claudiana Rocha é investigada por encomendar roubos cometidos por adolescentes, enquanto Laís Santiago é suspeita de receptação dos produtos roubados. Ambas tinham mandados de prisão em aberto e eram consideradas foragidas da Justiça.

Claudiana Rocha

Claudiana se apresentava nas redes sociais como mentora de profissionais da área da beleza. Em sua biografia no Instagram, afirmava ajudar mulheres a iniciarem ou aperfeiçoarem negócios lucrativos no setor. Após a prisão, a descrição foi apagada.

A defesa da coach afirmou que a prisão é “injusta e desnecessária” e que ela nega qualquer participação nos crimes investigados. Segundo os advogados, a inocência de Claudiana será comprovada ao longo do processo.

Laís Santiago

Laís Santiago é influenciadora digital e acumulava mais de 100 mil seguidores, onde publicava conteúdos de rotina pessoal e vídeos de dança. Ela é suspeita de receptação das canetas emagrecedoras roubadas.

Até a última atualização desta matéria, a defesa da influenciadora não havia sido localizada.

Entenda a Operação Mirakel

A primeira fase da Operação Mirakel foi deflagrada em junho do ano passado, quando dois suspeitos apontados como líderes do esquema foram presos. As investigações indicaram que um deles era responsável por selecionar adolescentes para cometer os roubos em farmácias, enquanto o outro atuava como executor das ações criminosas.

Durante a apuração, a polícia apreendeu objetos utilizados nos crimes, como bolsa de entrega por aplicativo, capa de chuva e casaco, além de medicamentos, produtos de higiene pessoal, celulares e documentos.

Segundo a Polícia Civil, diversos adolescentes foram apreendidos e respondem por ato infracional análogo ao crime de roubo. A partir dos depoimentos deles, a participação de Claudiana Rocha no esquema foi identificada.

A segunda fase da operação mobilizou cerca de 300 agentes das polícias Civil, Militar e Técnica, além do Sistema de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

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