Paciente vítima de acidente em Conceição do Jacuípe denuncia atraso em cirurgia no Hospital Clériston Andrade

Uma paciente internada no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, denunciou ao FALA GENEFAX, nesta segunda-feira (5/1), o atraso na realização de uma cirurgia no joelho. A mulher, identificada como Jéssica Veloso, foi vítima de um atropelamento ocorrido no último dia 29 de dezembro, em Conceição do Jacuípe, e afirma estar internada sem previsão para o procedimento cirúrgico.

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Jéssica foi atropelada enquanto se preparava para atravessar a BA-084, no trecho da Avenida Getúlio Vargas, nas proximidades do Hospital ACM, em Conceição do Jacuípe. De acordo com testemunhas, ela iniciou a travessia da via e, poucos segundos depois, foi atingida por um veículo modelo Corsa Sedan, de cor prata. Após o impacto, o condutor fugiu do local sem prestar socorro.

Paciente vítima de acidente em Conceição do Jacuípe denuncia atraso em cirurgia no Hospital Clériston Andrade- Foto: Arquivo Pessoal

Com a batida, a vítima sofreu ferimentos na cabeça, no ombro e no joelho, sendo encaminhada para atendimento médico. Já internada no HGCA, Jéssica relata que a cirurgia no joelho chegou a ser marcada, mas não foi realizada.

“A minha cirurgia foi marcada para o dia 2 de janeiro, porém o médico não compareceu. Ele não respondeu o motivo da ausência. A enfermeira tentou ligar, mas não teve retorno. Até hoje eu não fiz a cirurgia e também não me deram nenhuma notícia sobre quando será remarcada”, afirmou.

Segundo a paciente, a situação não é isolada e outros internados passam pelo mesmo problema.
“Não é só comigo. Vários pacientes estão reclamando. Marcam a cirurgia para o final de semana, o médico não aparece e depois não remarca. A gente fica aqui mofando, sem saber o que vai acontecer, sem nenhuma informação”, desabafou.

Jéssica relatou ainda que precisa realizar a cirurgia com urgência para poder retornar para casa, pois é mãe solo de cinco filhos. Ela contou que sofre de ansiedade e depressão e teme não conseguir cuidar da família após o procedimento.

“Eu não sei como vou cuidar dos meus meninos, porque não vou poder fazer serviço nenhum. Não vou poder trabalhar, nem fazer faxina”, disse.

Além do atraso na cirurgia, a paciente também denunciou dificuldades enfrentadas pelos acompanhantes no hospital. De acordo com ela, há longas filas para alimentação, e muitas pessoas acabam ficando sem comer quando o horário se encerra.

“A situação é difícil também para os acompanhantes. A fila para se alimentar é enorme e, quando o horário acaba, muita gente não consegue comer por causa do tamanho da fila”, relatou.

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