Filho de tenente da PM é preso após deixar mulher cega com golpe de faca no rosto

Um homem identificado como Lucas Alves Costa, de 30 anos, foi preso na manhã desta quinta-feira (28/8) em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia, por crime de violência doméstica. Lucas, que é filho de um tenente da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), é acusado de agredir uma mulher com um golpe de faca no rosto, atingindo o olho direito da vítima, que precisou ser removido após o ferimento grave.

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De acordo com o relatório policial acessado pela reportagem, o crime ocorreu no último dia 24 de agosto, menos de um mês após Lucas ter sido posto em liberdade. A vítima também relatou ter sido mordida diversas vezes no rosto, além do ataque com a faca.

Lucas já era conhecido pelas autoridades. Em dezembro de 2024, ele foi alvo de um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Porto Seguro por um crime semelhante contra outra mulher. Na ocasião, foi localizado após um mês de buscas e ficou preso por sete meses, sendo liberado em julho de 2025.

Segundo a polícia, “aproximadamente um mês após ser posto em liberdade, ele agrediu fortemente uma nova vítima, causando lesão corporal de natureza grave”. O caso reacendeu preocupações sobre a reincidência de agressores e o sistema de monitoramento de violência doméstica no estado.

Histórico de violência

O relatório policial aponta que Lucas possui um extenso histórico criminal, incluindo registros por lesão corporal contra homens e mulheres, roubo, receptação e tentativa de feminicídio. A polícia ainda destacou que o autor nunca deixou de cometer crimes graves, adotando um modus operandi violento e reincidente.

As investigações também revelaram relatos de vítimas que alegaram que o fato de Lucas ser filho de um oficial da PM teria dificultado prisões em flagrante em ocasiões anteriores, aumentando a sensação de impunidade e medo entre as mulheres que o denunciaram.

Lucas Alves Costa foi encaminhado novamente ao sistema prisional e está à disposição da Justiça. A Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Porto Seguro segue apurando o caso e reforça que denúncias de violência doméstica podem ser feitas de forma sigilosa.

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