DJ brasileira é acusada de chefiar rede de prostituição em Portugal

A DJ e empresária Rebeka Episcopo, também chamada de Beka, foi presa na última terça-feira (1º/4) em Portugal. Ela é acusada de liderar uma organização envolvida na exploração sexual de mulheres brasileiras. A operação policial resultou na prisão de mais quatro suspeitos, incluindo um policial afastado das funções.
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Além do aliciamento para prostituição, o grupo é investigado por crimes de sonegação à Segurança Social, o equivalente ao sistema previdenciário português. As autoridades acreditam que a rede atuava além das fronteiras de Portugal, possivelmente com ramificações no Brasil.
Durante a ação, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, que levaram à descoberta de 107 mil euros (R$ 642 mil) em espécie, armamentos, 17 celulares, oito computadores, três tablets e 18 dispositivos de armazenamento portátil.
Ainda não há informações sobre onde Beka vivia no Brasil. No entanto, ela se destaca na Europa não apenas como DJ, mas também como proprietária de duas unidades do Nuru Spa, estabelecimentos de alto padrão em Lisboa e Cascais. De acordo com as investigações, Beka recrutava brasileiras para atuar em casas de luxo nessas cidades.
Nas redes sociais, Beka compartilha o dia a dia em festas, como DJ, e a rotina luxosa com mais de 60 mil seguidores.